Ainda me pergunto amendrontada no escuro
se dedicarei tanto tempo assim pra observar
seu rosto alegre e infantil,seguindo sua vida.
Era de se imaginar que as marcas que deixou
ainda sangrassem sem motivo
você não é pessoa de passado,
é a alma do presente,
o desejo de um futuro...
Seqüestrei sua foto como prometido
E te tranquei no quarto como meu castigo...
foi a maior farça o seu amor o maior drama que ensaiou
E a angustia ecoa em minha mente
-Nessa guerra platônica sou culpada ou inocente?
São os momentos bons que prendem assim?
Ou os ruins que fazem da dor um martirio sem fim.
Sou mimada ao não carregar o fardo do seu não
e caminhar sozinha levando a vida no pretérito
Anseio por chegar o dia
que vou causar a você a mesma dor
que causou em mim.
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